quarta-feira, 14 de junho de 2017

Sobre clássicos, Carille e esses 20 minutos pré-jogo contra as Marias Mineiras

Em tempo, depois de uma pausa não planejada no blog.

A quarta força tem o jogo consistente o suficiente para que digamos que, de todos os clássicos do ano, mandamos em todos, e o único que se diz que perdemos (as penalidades contra as rosas no torneio amistoso) foi o que mais tivemos chance de golear, especialmente no segundo tempo.

Quando o ano virou, a dúvida era Carille ou Loss. Carille parecia menos tarimbado que Loss. Mostrou não ser verdade. Vivência de profissional é muito diferente de ganhar tudo na base (o que, claro, não desmerece em nada o trabalho e a competência do Loss e sua participação decisiva na entrada - finalmente - da base).

Carille fez o certo. Primeiro a consistência defensiva, depois o ataque. Vimos isso com Adenor e funcionou. Time desenha uma estratégia forte o suficiente para peitar geral e ir pras cabeças na reta final.

Hoje, daqui a pouquinho, é jogo-chave. O que tranquiliza é ver o elenco na mesma batida de antes, humildade primeiro. Mano, o treinador mais tranqueira e mafioso que passou pelo PSJ desde Luxemburgo, gosta de armar contra nós, mas a mística deve pesar.

E se passar essas sete rodadas forte, vamos longe.

Vamos pra bancada que é hora de Corinthians!!!


E quem tiver sinalizador que taque fogo na porra toda!!!!!!!

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